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Vídeo em elevador revolta após jovens debocharem de vítima em caso de estupro no Rio

Vídeo em elevador revolta após jovens debocharem de vítima em caso de estupro no Rio

Imagens registradas em um prédio de Copacabana mostram suspeitos rindo após crime investigado pela polícia.

Um vídeo gravado em um elevador revelou o comportamento de jovens após um estupro coletivo registrado em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. As imagens mostram parte do grupo rindo e fazendo comentários logo depois do episódio, que segue sob investigação policial.

O caso ganhou grande repercussão depois que a gravação foi exibida em reportagem do programa Fantástico.

Entenda o caso em 5 pontos

• Uma jovem denunciou ter sofrido violência sexual em um apartamento
• O caso teria ocorrido em Copacabana, no Rio de Janeiro
• Câmeras do prédio registraram a movimentação dos jovens
• Um vídeo de elevador mostra parte do grupo rindo após o episódio
• A polícia identificou os envolvidos e investiga o caso

A investigação começou após uma jovem denunciar que sofreu violência sexual durante um encontro em um apartamento do bairro.

Segundo a denúncia, ela teria sido levada ao local por um dos jovens e, em seguida, o crime teria ocorrido com a participação de outros envolvidos.

Além disso, imagens das câmeras do prédio passaram a integrar o material analisado pela polícia.

O vídeo registrado no elevador mostra alguns dos jovens deixando o apartamento pouco depois do episódio.

Durante a gravação, parte do grupo aparece rindo e fazendo comentários considerados ofensivos.

Enquanto isso, investigadores analisam as imagens como possível prova do comportamento dos suspeitos após o crime.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que identificou os envolvidos e segue reunindo depoimentos e outras evidências.

Além disso, peritos analisam gravações do prédio e mensagens trocadas entre os participantes.

O objetivo é esclarecer completamente as circunstâncias do caso.

O episódio provocou forte reação nas redes sociais e reacendeu discussões sobre violência sexual e responsabilização criminal.

Por fim, as autoridades afirmam que o inquérito continua em andamento.

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